A V Via Rumo à Cidade da Rosa

Edição 2002- Hugin Editores Lda.

 

Juntamos algumas opiniões sobre esta obra, QUE REUNE CONDIÇÕES PARA SER ADAPTADA AO TEATRO E NÃO SÓ, seguindo-se alguns textos, designadamente a 5ª Fase ou 5º Acto, o mais curto de todos.

 

“...desde que “alguém” da nossa “carne” e condição já chegou a ser “irmão universal”, podemos dizer que a “utopia” já é “topia”.

Gostei do que li. E li tudo. Como tudo é fácil quando se está a escrever....

Mas o tempo é indispensável para amadurecermos e chegarmos a esse estado!”

M. de Oliveira
Escritor

 

“Há uma interacção de elementos, porque tanto se fala de Sócrates como de Goethe, é como que todas estas personagens que surgiram ao longo da História universal, não tivessem um tempo linear….Na cidade da Rosa o ateísmo não é possível…nela o cristianismo e a mitologia caminham de mãos dadas.

Trata-se de uma via que é muito interessante seguir.

Uma obra que me deu uma visão positiva do movimento Rosacruz, o que me permitiu vencer alguns preconceitos sobre esta área”.

Algumas partes da apresentação do livro pela
Profª Doutora Adriana Nogueira

 

“Um mundo melhor para todos”

a utopia encerrada nesta obra, conclusão a que chegou o

25 de Outubro de 2002
Jornal Área Oeste

 

De Bragança, Nordeste de Portugal:

Esta obra reflecte um conhecimento muito profundo dos ensinamentos rosacruzes.
Estamos convictos que um dia será levada à cena.

14 de Junho 2008
A. M.

 

A Quinta Via Rumo à Cidade da Rosa - Notas Prévias   (PDF)
Do nada, nada vem; nem nada se cria. Face a esta realidade, é evidente que, ao concebermos este trabalho, num esquema sintético, para a concretização dos Ideais, mais ou menos íntimos em cada ser humano, servimo-nos de vários estudos e arquétipos anteriormente expostos.

 

A Quinta Via Rumo à Cidade da Rosa - 5ª Fase   (PDF)
Na “Sempre Essência Existência” a actividade e o repouso são finitos e infinitos. Não há nem nunca houve princípio, nem há nem nunca haverá fim. Tudo n’Ele involui e evolui, como parte integrante, qual Chispa Divina, com os seus poderes latentes, mas sem consciência própria até à omniconsciência e omnisciência.

 

[ Obras Editadas ]